Sou capaz de entrar e sair, sem que me notem,
Falo pouco, e categoricamente,
Não me ajusto, contrario e sinto prazer nisso.
Conservo a timidez dos fortes,
A inércia dos covardes,
E minhas palavras são sempre muito melhores que eu.
Olho sempre nos olhos,
E repudio quem se intimida com isso,
Porque sim, há quem se intimide...
Eu sou mesmo assim,
Os outros é que erram,
E me idealizam, esperando de mim,
Tudo em demasia.
Eu não espero,
Não tenho paciência nem mesmo pra planos,
E sigo sem rumo,
Porque possuo a íntima certeza,
De que é sem rumo,
Que se chega aos destinos mais certeiros.
Não me ajusto, contrario e sinto prazer nisso.
Conservo a timidez dos fortes,
A inércia dos covardes,
E minhas palavras são sempre muito melhores que eu.
Olho sempre nos olhos,
E repudio quem se intimida com isso,
Porque sim, há quem se intimide...
Eu sou mesmo assim,
Os outros é que erram,
E me idealizam, esperando de mim,
Tudo em demasia.
Eu não espero,
Não tenho paciência nem mesmo pra planos,
E sigo sem rumo,
Porque possuo a íntima certeza,
De que é sem rumo,
Que se chega aos destinos mais certeiros.